A casa que moro, foi o lugar o qual ela viveu durante muitas décadas e que sinto sua presença sempre.
Um lugar que é muito especial para mim, pois passei a minha infância, aliás minha vida inteira e que só tenho bons momentos guardados aqui.
Ela o chamava de seu chatô.
Lembro muito durante a infância que dormia na mesma cama que ela e quando comecei a crescer e dormia na cama de baixo, ficava alisando seu cabelo antes de dormir.
Brincávamos muito na vila eu e meu irmão as sextas feiras e durante a semana acordávamos as cinco e meia da manhã, esperávamos a padaria abrir, enquanto isso ficávamos lendo revistinhas no jornaleiro até o pão ficar pronto na padaria.
Depois íamos dar pão aos cachorros que tomavam conta de uma oficina que ficava em frente a padaria e íamos para a casa da minha mãe tomar café da manhã e começar o dia.
Nos finais de semana ela ficava em seu chatô, mas sempre voltava para ficar com ela.




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